Um backup existe para um único momento: o dia em que algo dá errado. Até lá, ele é só uma suposição. Este roteiro ajuda a testar essa suposição antes que o dia chegue.
O erro mais comum
A rotina de backup roda todo dia, o relatório chega sem erro, e ninguém nunca tentou restaurar um arquivo de verdade. Isso é backup não testado, mesmo que pareça estar funcionando.
O que testar
- Restaure um arquivo isolado e confira se ele abre corretamente.
- Restaure uma base de dados completa em um ambiente separado, sem afetar a produção.
- Meça quanto tempo leva para restaurar tudo. Esse número é o seu tempo real de recuperação, não o que está no contrato do fornecedor.
- Confirme se a cópia mais recente está fora do prédio ou em um provedor diferente do servidor de produção.
Frequência alta não substitui teste de restauração
Backup a cada hora não protege nada se a cópia fica no mesmo servidor que pode ser criptografado por um ataque de ransomware. A regra prática mais usada é a 3-2-1: três cópias dos dados, em dois tipos de mídia diferentes, com uma cópia fora do local físico da operação.
Quem é o responsável quando falha
Antes do incidente, alguém precisa ter nome e telefone como responsável pela restauração. Depois do incidente, é tarde para descobrir que ninguém sabia o procedimento.